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| Gripe A H1N1 |
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| Escrito por Mais Gripe | |||
| Segunda, 17 Agosto 2009 20:18 | |||
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Partidos só admitem alterar formatos de campanha se houver recomendações oficiais apenas se houver recomendações oficiais nesse sentido, mantendo por ora os planos iniciais com comícios, e iniciativas em espaços abertos e fechados. Orientações que "irão sendo adaptadas face a cada cenário de evolução da infecção", acrescentou o ministério da Saúde. Em comunicado recente, o ministério da Saúde sublinhou que "a disseminação da infecção é facilitada pela existência de grandes aglomerados populacionais e pela mobilidade das populações". Para já, nenhum partido acredita em cenários de epidemia que justifiquem alterações de planos ou adaptações por antecipação, e defendem que não se deve alimentar alarmismos. "Estaríamos num cenário em que já não funcionariam os cinemas, os teatros e outros recintos fechados. Se houver esse cenário, adaptaremos, será preferível organizar comícios ao ar livre", exemplificou o deputado do Bloco de Esquerda e médico João Semedo, em declarações à Agência Lusa. "Se houver oficialmente recomendações gerais, além daquelas que já existem, para evitar a propagação do vírus nós adaptaremos as nossas iniciativas", acrescentou. O coordenador da campanha eleitoral do PS, Vieira da Silva, disse que seguirá "as orientações que o ministério da Saúde emanar" e que a organização da campanha "fará tudo para que as acções decorram com normalidade, reforçando os princípios básicos" de higiene e protecção. Vieira da Silva deu como exemplo dessa preocupação o facto de o jornal de campanha do PS, lançado quinta-feira, incluir uma página com as recomendações do ministério da Saúde sobre a forma correcta de lavar as mãos. "Não creio que dada a natureza da campanha, ela acarrete um grande risco acrescido. A campanha não vai ser marcada por muitas concentrações em espaços fechados", disse Vieira da Silva. A campanha do CDS-PP "mantém o rumo com muitos contactos públicos e deslocações a feiras", que só mudará se "as autoridades competentes aconselharem a redução desse tipo de contactos", afirmou o director de campanha do CDS-PP, João Rebelo. Mais conferências de imprensa e a utilização da Internet para divulgar a mensagem política podem ser alternativas no caso de ser necessário evitar as iniciativas habituais para reduzir o risco de contágio, acrescentou João Rebelo, afirmando acreditar que não será necessário. Do lado do PSD, o director de campanha, Agostinho Branquinho, defendeu que "não se deve dramatizar" a questão e considerou que o principal é "que não tenha enormes impactos" e que "os serviços de saúde estejam a postos e preparados para a realidade dos factos". O PCP defendeu igualmente que "neste momento é preciso dar uma maior atenção às medidas por parte do ministério da Saúde necessárias à prevenção e combate à gripe A". Recusando "linhas de especulação e empolamento", Vasco Cardoso, da comissão política do PCP, assegurou que o partido "tomará as medidas adequadas que em cada momento se verifiquem necessárias". O novo vírus H1N1 da gripe A foi detectado pela primeira vez no México em finais de Março e a OMS declarou o estado de pandemia no passado dia 11 de Junho. Portugal já ultrapassou a barreira dos 1000 casos de pessoas com gripe A (H1N1) desde que a doença foi registada pela primeira vez em Portugal, em Maio deste ano. O aumento do número de casos de transmissão secundária e terciária já era esperado pelas autoridades de saúde. Fonte: http://aeiou.expresso.pt
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| Actualizado em Domingo, 13 Fevereiro 2011 11:09 |



Os partidos admitem alterar os formatos da campanha por causa da gripe A