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| Pílulas que podem aumentar risco de coágulos sanguíneos são vendidas em Portugal |
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| Escrito por Webmaster | |||
| Domingo, 30 Outubro 2011 08:48 | |||
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Pílulas que podem aumentar o risco de coágulos sanguíneos, de acordo com um estudo da FDA, a agência norte-americana de As pílulas Yaz e Yasmin, que segundo um estudo podem aumentar o risco de coágulos sanguíneos, são comercializadas em Portugal, segundo a autoridade nacional do medicamento (Infarmed). Um estudo da FDA, a agência norte-americana de medicamentos, divulgado hoje refere que algumas pílulas contracetivas - como a Yaz e a Yasmin do laboratório alemão Bayer - parecem aumentar o risco de coágulos sanguíneos em maior proporção que os contracetivos orais mais antigos. Em comunicado enviado à agência Lusa, o Infarmed refere que "o risco de tromboembolismo venoso era já conhecido e que em junho de 2011 foi atualizada a informação do Resumo de Características e do Medicamento e o Folheto Informativo de acordo com estes novos dados". Contudo, o Infarmed informa que, juntamente com a Agência Europeia do Medicamento (EMA), vai continuar "a acompanhar os desenvolvimentos relativos a este assunto".
Nas conclusões preliminares, a FDA estima que as pílulas contracetivas que contenham drospirenona, um tipo de progesterona sintética de nova geração semelhante à hormona natural, apresentam um risco de formação de coágulos sanguíneos superior em 1,5 vezes comparativamente às pílulas usadas antigamente.
No entanto, o laboratório farmacêutico lembra que "os contracetivos orais combinados (COC) estão entre os medicamentos mais estudados a nível mundial e mais largamente utilizados na atualidade". Segundo o laboratório, todas as pílulas de controlo de natalidade, incluindo as da Bayer, têm associado um risco aumentado de coágulos sanguíneos, acidente vascular cerebral ou ataque cardíaco. "O TEV é um evento raro entre as mulheres que utilizam contracetivos orais combinados, e este risco de tromboembolismo venoso é menor que o verificado durante a gravidez e após um parto", sublinha a empresa que aguarda agora pelos resultados da discussão científica do estudo da FDA a 8 de dezembro. Fonte: Público
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medicamentos, são comercializadas em Portugal.